O tarpão

                                           

                                                 O TARPÃO

 

                                                 Megalops atlanticus da família dos cupleidaes

 

Também chamado de pirapema, camurupim no Brasil, sabalo na Venezuela, palika na Guiana Francesa, não é necessário apresentar este extraordinário peixe de esporte que é provavelmente na origem de muitas adições pela pesca com mosca tropical. Efectivamente, o infortunado que já  gozou, seja só uma vez, do incomparável prazer da captura do " rei de prata" com uma mosca é instantaneamente e irremediavelmente atingido por uma incurável doença cujo único tratamento é uma diligente e obsessional busca do seu responsável em todos os mangais e alto fundos do oceano atlântico tropical.

Se o perenal estereótipo do tarpão é as águas "azul piscina" dos " flats" ( alto fundos) da Florida, do Belize e do Yucatan, temos que saber que o nosso animal é um peixe definido como " euryale", termo cientifico que significa: capaz de viver tanto na agua doce quanto na agua salgada. Então, com um período maior durante o época das chuvas, podemos frequentemente encontrar o tarpão em tropicais mangais, lagos e rios costeiros da Amazônia.

                         

                                   Pesca do baby-tarpão num lago costeiro da Amazônia

Feito a enguia, o tarpão nasce no mar e vem crescer em agua doce e salobra nos rios e lagos costeiros que ele sobe as vezes até dezenas de quilómetros. Ele encontra nestas águas comida em abundância, primeiro sob forma de plâncton quando ele ainda não passa de uma larva leptocephalus, e mais tarde, quando ele tem adquirido algum peso, de camarões e outros crustáceos, moluscos e peixinhos. Quando ele  atingira a maturidade sexual, ele voltara pro oceano a procura das áreas de desova para reproduzir-se.

Esperando esta ultima fase, o nosso peixe tem um fenomenal apetite necessário para chegar  ao seu pleno crescimento, e tanto melhor para nos... Com um peso médio de 2 até 10 libras, as vezes com uma excepção sob a forma de alguns adolescentes ou adultos sedentários, a pesca com mosca deste peixe é uma absoluta felicidade.

Sempre buscando presas e caçando ao longo das raízes de mangue, ou rolando para a superfície para inalar oxigénio atmosférico feito o pirarucu, ele é fácil de localizar. Só tem que arremessar as moscas sobre aquelas manifestações na superfície e outras turbulências.

             

                                a defesa aérea do baby-tarpão

O material:

A vara:

Vara n° 8 até 10, de acordo com o tamanho médio e possível dos peixes do lugar

A carretilha:

Você precisa de um modelo robusto com um eficaz e progressivo freio a disco, pois se a maioria dos peixes raramente excede 20 libras, você pode fisgar gigantes da espécie que as vezes permanecem nos mangais. E não esqueça colocar um pedacinho de 50 até 80 libras de fluorcarbono ou nylon duro à extremidade do líder.

A linha:

Flutuante, se você também quiser utilizar poppers, com ponta afundante ou "intermediate", se você só pesca com streamers.

 

A técnica:

Prospectar devagar e metodicamente de barco as raízes dos mangues. Arremessar sobre todas as manifestações de peixes na superfície. A velocidade da recuperação varia muito segundo o lugar, a disposição do peixe, e a quantidade de comida. Mas, geralmente uma mosca que trabalha rapidamente gera mais ataques. Procure de preferência as águas claras, pois as águas barrentas não valem muito, mesmo se se vier um monte de peixes em atividade ao redor do barco.

 

As moscas:

Moscas convencionais para o tarpão: " key style", lefty deceivers, seaducers, moscas camarões, clousers, surf-candies, epflies, etc. Todos modelos cujas cores são de acordo com a da agua: clara de agua clara, escura de agua escura.

 

 


 

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